A Advocacia-Geral da União (AGU) emitiu uma nota a respeito da indicação do presidente Jair Bolsonaro ao escolher o general Joaquim Silva e Luna para a presidência da Petrobras.
Segundo a AGU, a indicação decorre de uma ‘escolha legítima’.
A manifestação ocorreu no âmbito de uma ação ajuizada na 7ª Vara da Justiça Federal da 1ª Região, em Belo Horizonte (MG).
Não há, portanto, segundo o ministério, nenhuma irregularidade ou infração por parte do chefe do Executivo na decisão.
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsAppO texto diz que “as alegações dos autores não passam de conjecturas e ilações, desprovidas de qualquer elemento fático robusto, prestando-se apenas para contribuir para o ambiente de conflagração política, especulação no mercado de capitais e insegurança jurídica, que se formou em torno da uma escolha legítima de substituição de um membro do Conselho de Administração da Petrobras”, assegurou a AGU.