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Judiciário

Anulações de processos da Lava Jato não apagam corrupção, diz presidente do STF

Fux defende que reformas de decisões na força-tarefa se deram por “questões formais”.

Fellipe Sampaio | SCO | STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, afirmou na sexta (10) que a anulação de processos da força-tarefa da Lava Jato ocorreu por questões formais, ressaltando que os casos de corrupção envolvendo políticos, empresários e doleiros aconteceu de fato no Brasil.

Em um evento no Tribunal de Contas do Pará (TCE-PA), o ministro comentava sobre a importância dos órgãos de controle contas para a sociedade. “Tive a oportunidade, nesses 10 anos, de julgar casos de corrupção. Ninguém pode esquecer o que ocorreu no Brasil, no Mensalão, na Lava Jato”, disse.

“Muito embora tenha havido uma anulação formal [das ações criminais], aqueles R$ 50 milhões das malas eram verdadeiros, não eram notas americanas falsificadas”, acrescentou Fux, referindo-se ao dinheiro encontrado no ‘bunker’ do ex-ministro Geddel Vieira Lima.

O chefe da Suprema Corte lembrou ainda que “o gerente que trabalhava na Petrobras devolveu R$ 98 milhões e confessou que tinha efetivamente assim agido”, em menção ao caso envolvendo Pedro Barusco, indicado à estatal nos governos do Partido dos Trabalhadores (PT).

Em relação à “anulação formal” mencionada por Fux, pode-se citar processos em que a Corte considerou que houve parcialidade na condução dos atos, como na ação do ex-presidente Lula (PT), ou ainda na transferência de ações para a Justiça Eleitoral, como ocorreu com o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PTB).

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FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

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