Siga-nos nas redes sociais

Digite o que você procura:

Judiciário

Jefferson compara Moraes a saco de excremento: “Abominável”

Presidente do PTB, que está internado no Rio, escreveu carta no hospital.

Tânia Rêgo | Agência Brasil

O presidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Roberto Jefferson, afirmou que a sua prisão é fruto de “atitude arbitrária e autocrática” do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em carta escrita de dentro do hospital, o ex-deputado chamou Moraes de “Xandão” e “abominável”, e o comparou a um “saco de excremento”.

“Saco de matéria sólida e fétida a ser excretada pelo organismo humano. Serão excretados”, escreveu. O texto foi divulgado pela vice-presidente da legenda, Graciela Nienov, em seu perfil nas redes sociais.

Jefferson está internado no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, desde o começo do mês. Ele trata uma pielonefrite aguda bilateral. Na segunda (27) fará exames e, no dia seguinte, passará por um cateterismo.

O político foi detido em agosto no inquérito sigiloso que apura suposta “milícia digital” contra a democracia. Preso em Bangu 8, obteve autorização para ir ao hospital mediante uso de tornozeleira. Durante o período, não poderá dar entrevistas nem falar com outros alvos da Suprema Corte.

Ainda na carta, ele diz haver uma “rebelião doméstica” dentro do PTB, que tenta desestabilizar Graciela Nienov, que o substitui. “Saibam: Brigou com a Graci brigou comigo”, avisou.

“Há um pequeno grupo, que identifico, vozes mexicanas, paulistanas e alagoanas, tentando desestabilizar a Graci visando o meu lugar. Esquece o grupo de combinar ‘o jogo com os russos’. Aquela cadeira histórica é maior que a ambição do trio”, acrescentou.

Confira

Divulgação

Comentários

FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

Judiciário

Próximo mandato presidencial, em 2023, permitirá a designação de mais dois integrantes.

Judiciário

Ele poderá ocupar a cadeira na Suprema Corte pelos próximos 27 anos, até 2048.

Congresso

Ex-ministro da Justiça foi ouvido pelos congressistas durante 8 horas.

Judiciário

PDT, PCB e PSOL questionam dispositivos da lei sancionada em julho de 2020.