Siga-nos nas redes sociais

Digite o que você procura:

Judiciário

Por 7 a 4, STF confirma decisão que tornou Moro parcial em processo de Lula

Sylvio Sirangelo | TRF-4 | Flickr

Por 7 votos a 4, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter, nesta quarta-feira (23), a decisão que considerou o ex-juiz federal Sergio Moro parcial na condução do processo do tríplex envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em abril, quando o placar da votação estava em 7 votos a 2 a favor do petista, o julgamento foi interrompido após um pedido de vista do decano Marco Aurélio Mello.

Em votos proferidos hoje, Marco Aurélio e o presidente da Corte, Luiz Fux, votaram contra o reconhecimento da parcialidade do ex-magistrado, ao lado de Edson Fachin e Luís Roberto Barroso, que também tiveram o mesmo entendimento.

Para esses ministros, os diálogos entre procuradores da Operação Lava Jato, que foram alvo de hackers, são ilegais e não podem ser considerados no processo.

“Estes autores que obtiveram prova ilícita, roubada e lavada, foram denunciados e presos por isso, então não há como não se considerar lícita esta prova”, declarou Fux.

A Suprema Corte, contudo, finalizou o julgamento do recurso da defesa de Lula para manter decisão que determinou a parcialidade de Sergio Moro. A Procuradoria-Geral da República (PGR) também recorreu da decisão.

Com a confirmação da decisão do colegiado, o processo sobre o tríplex deverá ser retomado da estaca zero e ser remetido para a Justiça Federal em Brasília, tornando o ex-presidiário ficha limpa e apto para disputar eleições.

Comentários

FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

Política

A partir de 31 de outubro, ex-juiz pode romper vínculo com consultoria estrangeira.

Judiciário

Em outubro de 2020, criminoso saiu da prisão após liminar concedida pelo então ministro Marco Aurélio.

Judiciário

Bruno Bianco enviou parecer em ação ajuizada pelo PDT.

Judiciário

Deputado está preso por críticas e ameaças contra ministros do Supremo.