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Anthony Fauci diz que fala de Nicki Minaj sobre vacinas não faz sentido

Cantora se recusou a comparecer ao evento ‘Met Gala’ 2021 devido à exigência de doses contra Covid-19.

Reprodução | Arquivo pessoal

Nem mesmo artistas e influencers que ocupam posições de destaque no cenário internacional estão sendo poupados de ações de silenciamento nas redes sociais.

Desde o início da pandemia da Covid-19, diversos perfis estão sendo censurados nas plataformas digitais por questionarem pontos que vão desde medidas de isolamento à vacinação compulsória.

Desta vez, a cantora Nicki Minaj, considerada uma das mais influentes do mundo, tornou-se alvo de censura no Twitter após dizer que seria vacinada somente quando as pesquisas sobre os imunizantes estivessem avançadas.

Na ocasião, a rapper mencionou um suposto caso de um amigo próximo. Segundo ela, o homem teria ficado impotente depois de ser vacinado contra o vírus, frisando também que “os testículos dele incharam”.

A data do casamento desta pessoa, conforme o relato, estava próximo do dia marcado. No entanto, a cerimônia teria sido anulada depois da eventual reação adversa.

Repercussão

Após as publicações de Nicki, internautas deram início a uma série de boicotes contra a artista. O Twitter, por sua vez, suspendeu a conta da rapper sob alegação de “fake news”.

O virologista Anthony Fauci, conselheiro médico do presidente dos EUA, Joe Biden, também comentou sobre o assunto e subiu o tom. Para ele, ficou claro que a artista agiu de forma irresponsável.

Segundo o profissional de saúde, a cantora “devia pensar duas vezes antes de propagar informações sem base científica”. Ainda de acordo com Fauci, apontar possíveis quadros de impotência “não faz sentido”.

Mais declarações

Por meio do Instagram, a rapper apresentou a versão dela sobre as postagens. Ela lamentou a não existência do direito ao contraditório.

“Não se pode falar no assunto. É assustador”, declarou, na última quinta-feira (16). “Você deveria poder fazer perguntas sobre qualquer coisa que coloca dentro de seu corpo”, prosseguiu.

“Nós fazemos perguntas sobre qualquer coisa simples, como uma cola, será que essa cola funciona?”, exemplificou.

“Eu lembro de ir à China e nos dizerem que não poderíamos falar certas coisas contra as pessoas”, relatou a artista. “Vocês não estão vendo que agora estamos vivendo nesses tempos? Tempos em que as pessoas vão te dar as costas e te isolar apenas por você falar e fazer perguntas?”, completou.

Comentários

FALE COMIGO: raul@conexaopolitica.com.br — diretor de redação do Conexão Política e natural de Recife (PE).

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Houve reduções diárias no número de casos e de óbitos.

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Pesquisa foi conduzida pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

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Declaração foi proferida durante evento na capital do Maranhão.

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Nas redes sociais, deputada reprovou a conduta dos congressistas que integram a comissão.