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Cofundadora do Black Lives Matter pede ‘fim’ de Israel

Cullors fez o comentário antissemita durante um fórum organizado pela Harvard Law School, em 2015.

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Steve Eason | CC BY-SA 4.0

A marxista Patrisse Cullors, cofundadora do movimento Black Lives Matter (BLM), pediu o “fim” de Israel e descreveu o Estado judeu como um “projeto imperialista”.

Cullors fez o comentário antissemita durante o painel de discussão “Globalizando Ferguson: Policiamento Racializado e Resistência Internacional”, um fórum organizado pela Harvard Law School, em 2015.

“A Palestina é a África do Sul da nossa geração”, disse ela. “E se não agirmos com coragem para acabar com o projeto imperialista chamado Israel, estamos condenados.”

Na ocasião, Cullors havia retornado recentemente do que ela descreveu como uma viagem “histórica” ​​de 10 dias a Gaza. Ela disse ao público que poderia iniciar “toda uma conversa sobre os assentamentos que testemunhamos e as histórias de assassinato e morte nas mãos de israelenses e sionistas”.

Ela descreveu a “solidariedade com a Palestina” como um aspecto “crucial” do movimento Black Lives Matter, até mesmo encorajando pessoas a apoiarem a campanha de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) projetada para paralisar Israel econômica e diplomaticamente.

“Patrisse Cullors, cofundadora da Black Lives Matter, pediu o fim de Israel em 2015 durante um painel na Harvard Law School”, postou Sara A. Carter, correspondente da Fox News, em 31 de maio, no Twitter.

A jornalista publicou o vídeo em que Cullors faz a declaração: “A Palestina é a África do Sul de nossa geração. Se não nos apresentarmos com ousadia e coragem para encerrar o projeto imperialista que se chama Israel, estamos condenados”.

Cullors também pediu aos presentes no fórum que investigassem e apoiassem Rasmea Odeh, um terrorista muçulmano que foi condenado à prisão perpétua por tribunais israelenses por um atentado que matou dois estudantes. Odeh foi libertado em 1980 como parte de uma troca de prisioneiros e depois cometeu uma fraude de imigração nos Estados Unidos.

As imagens de Cullors ressurgem não muito depois de o movimento Black Lives Matter ter tuitado sobre seu compromisso de “acabar com o colonialismo em todas as formas”, em meio aos ataques com misseis do grupo terrorista Hamas contra Israel. Nas redes socias, o BLM afirmou que “sempre” estará do lado dos palestinos.

Leia também: Fundadoras esquerdistas do Black Lives Matter se recusam a revelar origem dos U$ 74 milhões arrecadados pelo movimento

Cristã e Correspondente Internacional na Europa.