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Estado americano determina que condenados à morte devem escolher entre cadeira elétrica ou fuzilamento

A medida do fuzilamento foi proposta pelo senador Richard Harpootlian, um ex-promotor.

Prisioneiros americanos que estão na fila do ‘corredor da morte’ terão que decidir de que forma colocarão um ponto final em suas vidas.

O estado da Carolina do Sul (EUA) aprovou uma lei que obriga o uso da cadeira elétrica ou o pelotão de fuzilamento aos condenados à morte.

A medida precisou ser adotada devido à ausência de substâncias utilizadas na injeção letal, que resultou numa paralisação das execuções por 10 anos.

Por meio do Twitter, o governador do estado, Henry McMaster, falou sobre a alteração.

“Neste fim de semana, assinei uma lei que permitirá ao estado aplicar a pena de morte. As famílias e entes queridos das vítimas têm o direito de chorar e buscar justiça por meio da lei. Agora podemos fazer isso”, declarou.

A lei foi assinada pelo governador na última sexta-feira (14) e determina que a cadeira elétrica será a primeira opção para os detentos.

O pelotão de fuzilamento será a segunda opção.

Ainda segundo o texto, a injeção letal voltará a ser medida prioritária quando as substâncias estiverem disponíveis.

Segundo o governo local, a última execução realizada através da cadeira elétrica no estado ocorreu em 2008. Já a última execução por injeção letal ocorreu em 2011.

A Carolina do Sul é o quarto estado dos Estados Unidos a permitir a pena de morte por pelotão de fuzilamento, junto com Mississippi, Oklahoma e Utah, de acordo com o Centro de Informações sobre Pena de Morte.

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FALE COMIGO: raul@conexaopolitica.com.br — diretor de redação do Conexão Política e natural de Recife (PE).

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