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Ex-LGBTs compartilham histórias de transformação na 2ª Marcha da Liberdade em Washington D.C.

No sábado passado (25), homens e mulheres que viveram e se identificaram como LGBT proclamaram pela segunda vez na capital do país, como o encontro com Jesus transformou suas vidas.

A Freedom March (Marcha da Liberdade), fundada por Jeffrey McCall, é um grupo diverso de cristãos que deixaram para trás a prática ativa da homossexualidade e suas outras ramificações e estão testemunhando o poder do Espírito Santo que os libertou do pecado sexual e de feridas de todos os tipos.

“Transformei-me pela graça de Jesus e descobri que outros também foram. Essas marchas são uma maneira de garantir que outras pessoas que tenham superado, não se sintam isoladas e sozinhas. Há uma comunidade inteira de pessoas que passaram por essa transformação e estamos aqui para apoiá-los”, explicou McCall ao The Christian Post.

Objetivo

De acordo com McCall, o objetivo da marcha é conectar aqueles que deixaram a vida LGBT, entrar em contato com a comunidade LGBT em cada cidade e equipar igrejas locais que estão procurando saber como ministrar a pessoas identificadas como LGBT.

McCall observou que a marcha funciona como uma plataforma para unir as pessoas, construir a comunidade e permitir que aqueles que foram transformados por Jesus compartilhem suas histórias.

Luis Javier Ruiz, que é um sobrevivente do ataque à boate Pulse em Orlando, em 2016, compartilhou sua transformação na marcha do ano passado e repetiu seu testemunho neste ano. Ruiz também foi fundamental, para a criação de uma próxima ‘Freedom March’ no próximo ano em Orlando.

“Eu sempre disse que não é sobre deixar de ser gay para ser hetero. É de deixar de ser perdido para ser salvo”, disse Ruiz ao The Christian Post.

“Através das marchas, queremos espalhar mensagens de amor e aceitação de pessoas que perderam sua identidade no LGBT e mostrar que há pessoas transformadas. Essas marchas são nossa plataforma para educar, encorajar outras pessoas e compartilhar em uma comunidade. Tivemos uma ótima resposta de pessoas, grupos comunitários e igrejas”, disse Ruiz.

Liberdade

O líder de adoração e vocalista da marcha, Edward Byrd, disse que o maior mal-entendido sobre aqueles que deixaram a vida LGBT, é que eles estão suprimindo seus desejos sexuais.

“Eles acham que não somos felizes, acham que não estamos satisfeitos quando, na verdade, estamos vivendo nossa melhor vida. Não é sempre fácil, mas a verdadeira alegria, paz e liberdade que temos não é nada que eu já tenha conhecido antes”, disse Byrd.

Enquanto esta é a segunda marcha a ocorrer em Washington, D.C., outra foi realizada em Los Angeles no outono passado. Outros encontros similares estão programados para St. Paul, no Minnesota, em 23 de junho e em 14 de setembro, em Orlando.

Debates

A marcha aconteceu em meio a intensos debates no Congresso e em legislaturas estaduais em todo o país. Pois, estão considerando transformar em uma categoria protegida na lei de direitos civis, a proibição de opções de aconselhamento para pessoas com atração indesejada pelo mesmo sexo e confusão de gênero, conhecidas como proibições de “terapia de conversão”, além de acrescentar “identidade de gênero”.

“Toda a noção de ‘terapia de conversão’ é enganosa, porque a maioria de nós nunca experimentou a terapia de conversão, nossas experiências foram encontros com o Espírito Santo que mudou nossas vidas. Nenhum de nós foi forçado a mudar; foi uma decisão que tomamos para seguir Jesus e Seu amor”, disse Byrd ao The Christian Post.


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Cristã e Correspondente Internacional na Europa.

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