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Polícia canadense impede igreja de realizar culto de adoração ‘drive-in’, bloqueando entrada com carros-patrulha

Policiais da Real Polícia Montada do Canadá (RCMP) impediram membros de uma igreja de realizar um culto de adoração ‘drive-in’ – em que os fiéis permanecem no estacionamento da igreja em seu próprio carro durante o culto – bloqueando a entrada com seus carros-patrulha.

A ‘Church of God Steinbach’, na zona rural de Manitoba, compartilhou um vídeo no Facebook no domingo (29) mostrando carros de polícia alinhados ao longo da estrada, em um esforço para impedir que fiéis adentrassem ao estacionamento da igreja.

Na semana anterior, a igreja foi multada em uma quantia equivalente a 26 mil reais por realizar um culto interno. O pastor, Henry Hildebrandt, perguntou por qual razão o governo canadense proíbe os cultos de adoração, mas permite que “lojas de bebidas alcoólicas, maconha e de departamentos permaneçam abertas”.

“Este princípio não se trata apenas de serviços presenciais. Este é um ataque indiscriminado à fé e à liberdade da igreja de cumprir seu dever divino”, declarou o pastor Hildebrandt. “Igreja na Rodovia 12 na barricada da RCMP”, escreveu o religioso, em 29 de novembro no Twitter.

O pastor chamou os esforços da polícia de uma “tática de fomento do medo”, acrescentando que as igrejas têm o direito e a liberdade de se reunir.

“Ontem à noite, o governo de Manitoba considerou os serviços drive-in ilegais”, escreveu o perfil da Igreja no Facebook. “Este culto de adoração será realizado em protesto contra esses decretos tirânicos. Não se engane, não se trata de um vírus.”

“Deus nos deu o direito de adorá-Lo juntos e Ele quer ver Seu povo unido”, disse o pastor. “Parece que estamos morando em um Canadá diferente. É muito doloroso para mim”, completou.

No mês passado, a funcionária provincial de Saúde do Canadá, Dra. Bonnie Henry, suspendeu todas as reuniões religiosas presenciais. Sua decisão foi recebida com críticas imediatas, inclusive do arcebispo católico de Vancouver, J. Michael Miller, que chamou a ação de “intrigante”, observando que as paróquias não viram uma disseminação substancial do coronavírus.

Em uma carta compartilhada na semana passada, Hildebrandt enfatizou que, embora “a Bíblia ensine os cristãos a serem bons cidadãos e a obedecer às exigências razoáveis ​​de nosso governo”, ela “não ensina obediência cega às autoridades quando restrições onerosas são colocadas em nossas liberdades”.

Comentários

Cristã e Correspondente Internacional na Europa.

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