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Santiano Abascal vai ao Senado do México para apresentar ‘Foro de Madrid’

Iniciativa visa contrapor organizações de esquerda como ‘Grupo de Puebla’ e ‘Foro de São Paulo’.

Vox España | Flickr

O partido direita espanhola Vox continua com seu tour pela América Latina para estreitar laços com a oposição de países como Nicarágua, Peru, Venezuela, Colômbia e México para combater o avanço do comunismo que, aos poucos, estende suas redes por esses países, acabando com as liberdades dos cidadãos.

Santiago Abascal, presidente do Vox e da Fundação Disenso, apresentou o ‘Foro de Madrid’ no Senado do México. A iniciativa promove oposição ao ‘Foro de São Paulo’ e ao ‘Grupo de Puebla’, formado por líderes de esquerda como Nicolás Maduro e Michelle Bachelet.

Abascal anunciou que “o Foro de Madrid terá uma estrutura permanente e um plano de ação anual para enfrentar o avanço do comunismo nas nações da Ibero-esfera”, na qual o Vox inclui aqueles que fazem parte da Ibero-América.

Durante sua visita, o líder espanhol se encontrou com a senadora mexicana Julen Rementería, coordenadora do Partido Ação Nacional (PAN), anfitriã do evento e que aderiu à ‘Carta de Madrid’ para a luta contra o comunismo, junto a outros 13 senadores do PAN e dois deputados do Partido Revolucionário Institucional (PRI).

VOX | Divulgação

Segundo o site de notícias Libertad Digital, a ‘Carta de Madrid’ já conta com mais de 8 mil assinaturas em mais de 20 países -inclusive a dos deputados brasileiros Bia Kicis (PSL-DF) e Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)- aos quais se juntam às lideranças políticas e sociais do México, após conseguir adesões na Colômbia, na Venezuela e na Bolívia.

Peru, Equador e Colômbia

A Fundação Disenso reuniu-se em no mês passado com o ex-presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, que deu ao diretor Jorge Martín Frías e ao jornalista e eurodeputado da Vox, Hermann Tertsch, uma grande recepção e expressou sua preocupação com a situação política da Colômbia e da Espanha antes do avanço do comunismo.

Como explicou Tertsch ao Libertad Digital, o objetivo dessas viagens foi “fortalecer alianças com os democratas que lutam contra o narcocomunismo que governa países como Peru, Bolívia e Equador”.

Em junho, outra delegação chefiada pelo vice-presidente econômico da Vox, Víctor González, e pelo próprio Tertsch, visitou o Peru e o Equador, na tentativa de “construir pontes com países com os quais temos muitas coisas em comum”, segundo explicou o partido. Num primeiro momento, também estava prevista a presença de Abascal, que teve de cancelar a viagem para visitar Ceuta em plena invasão migratória do Marrocos.

Com informações, Libertad Digital.

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