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Política

“A grande golpista foi a Dilma”, diz Cunha sobre impeachment

Veterano do MDB, ele afirma que o PT precisa ser arrancado da política brasileira.

Brasília - O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, fala à imprensa (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (MDB), negou que o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016, tenha sido fruto de um golpe orquestrado pela oposição.

Em entrevista à CNN Brasil, Cunha disse que “a grande golpista foi a Dilma” que “deu um golpe no Lula para não deixar ele ser candidato”.

“No caso da Dilma, não foi nem propriamente as pedaladas fiscais, [que provocou] o resultado. Dilma, na realidade, praticou atos violando a lei orçamentária, emitiu decretos violando a lei orçamentaria. Efetivamente, praticou crime de responsabilidade. Estava no segundo mandato, em uma reeleição em que ela saiu com as pessoas já pedindo o impeachment dela”, declarou.

Segundo ele, a petista perdeu apoio da base aliada, principalmente por ter feito uma série promessas que não foram cumpridas ao longo da gestão, chegando ainda mais enfraquecida no 2° mandato.

Ainda de acordo com ex-presidente da Câmara, o prejuízo causado por Dilma foi equivalente ao da pandemia.

“Tudo que ela pregou teve que fazer exatamente o contrário, e a sociedade não se conformava. No período do primeiro ano do governo Dilma, a queda de PIB é igual ao tamanho da pandemia agora”, explicou.

Ao ser indagado sobre qual candidato conquistaria o voto dele em um provável 2° turno, Cunha voltou a dizer que votaria em Bolsonaro.

“Não sou bolsonarista, mas sou antipetista. Eu não voto no PT, não quero o PT de volta para o país, eu já vivi o PT”, acrescentou.

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FALE COMIGO: raul@conexaopolitica.com.br — diretor de redação do Conexão Política e natural de Recife (PE).

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