Siga-nos nas redes sociais

Digite o que você procura:

Política

Bolsonaro chama Moraes de “canalha” e diz que não cumprirá decisões do ministro

Presidente participou de manifestação em São Paulo.

Marcos Corrêa | PR

Um ato na Avenida Paulista reuniu na tarde desta terça-feira (7) centenas de milhares de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. A concentração começou por volta das 11h entre a Praça do Ciclista e a Avenida Brigadeiro Luís Antônio.

Durante o ato, a maioria dos manifestantes usava peças verde-amarelas, além de carregar faixas e bandeiras do Brasil. Havia também carros de som em trecho da avenida com maior concentração de pessoas.

Os participantes se posicionaram contra as recentes decisões de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e bradaram pela garantia das liberdades individuais.

Após participar do protesto em Brasília, Bolsonaro embarcou para a capital paulista. Do alto de um trio elétrico, o chefe do Executivo discursou:

“Não vamos mais admitir [que] pessoas como Alexandre de Moraes continuem a açoitar a nossa democracia e desrespeitar a nossa Constituição. Ele teve todas as oportunidades para agir com respeito a todos nós, mas não agiu dessa maneira como continua a não agir”.

“Dizer a esse ministro que ele tem tempo ainda para se redimir. Tem tempo ainda de arquivar seus inquéritos. Ou melhor acabou o tempo dele. […] Sai, Alexandre de Moraes. Deixa de ser canalha. Deixa de oprimir o povo brasileiro, deixa de censurar o seu povo”, acrescentou.

O mandatário afirmou ainda que “todos os presos políticos” deverão ser postos em liberdade. “Dizer a vocês que qualquer decisão do Alexandre de Moraes esse presidente não mais cumprirá”, finalizou.

Comentários

FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

Governo

Mandatário manifestou preocupação sobre o assunto.

Política

Tom da fala já vem sendo ecoado pelo mandatário há cerca de dois meses.

Governo

Declarações ocorreram nesta segunda (22), em Brasília.

Política

Tratativas visam avançar interesses em torno da entrada do mandatário na sigla.