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Política

Dino diz que Mendonça é alvo de “ataques tresloucados de gente extremista”

Pré-candidato Senado, ex-governador maranhense demonstrou apoio ao ministro do STF.

Gilson Teixeira | Márcio Jerry (PCdoB-MA) | Flickr

O ex-governador maranhense Flávio Dino (PSB) foi às redes sociais para defender o voto do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), após o magistrado apoiar a condenação do deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ).

Pré-candidato ao Senado, o político afirmou que o ministro indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) está sendo vítima de “ataques tresloucados” de “gente extremista” que “vai insistir em agredir as instituições democráticas”.

Ao comentar sobre a situação de Silveira, Dino acrescentou que “juridicamente, não havia como absolver aquilo lá”. Em uma outra publicação, ele sustenta que “imunidade parlamentar não é escudo de bandido”.

Julgamento no STF

O congressista apoiador do governo federal foi considerado culpado por proferir ameaças às instituições, ao estado democrático de direito e aos integrantes da Suprema Corte.

De acordo com a decisão, Silveira ainda deverá pagar multa estimada em R$ 192,5 mil, que será acrescida de juros e correção monetária. Ainda cabe recurso, mas a chance de reverter o resultado já é dada como improvável.

O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, foi o primeiro a votar e sua posição prevaleceu entre os colegas: perda do mandato, cassação dos direitos políticos, multa e reclusão de 8 anos e 9 meses em regime fechado.

Moraes foi acompanhado pelos ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Luiz Fux. André Mendonça concordou parcialmente, mas sugeriu uma pena mais branda.

O único a divergir integralmente foi o ministro Kassio Nunes Marques. Segundo ele, apesar de as declarações serem “absurdas”, elas não configuram delito, não havendo “mal injusto e grave, que justificariam o crime”.

“As expressões citadas pelo MPF como de autoria do denunciado, consideradas graves ameaças, pretendiam hostilizar o Poder Judiciário: ‘jogar um ministro na lixeira, retirar o ministro na base da porrada’, nada mais são do que ilações, conjecturas inverossímeis, sem eficiência e credibilidade, incapazes de intimidar quem quer que seja, não passando de bravatas”, fundamentou Nunes Marques.

Comentários

FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

Judiciário

Ministro do STF avalia que não há requisitos mínimos para frear o andamento da proposta.

Judiciário

Ministro conduzirá trabalhos do colegiado por um ano, a partir de agosto.

Judiciário

Solicitação foi encaminhada no início da sessão, antes de os ministros formarem maioria.

Judiciário

Em ação ajuizada pela AGU, ministro do STF concedeu liminar ao presidente da República.

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