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Política

Fusão entre DEM e PSL vai atuar ‘contra radicalismos e extremos’, diz ACM Neto

Expectativa é que futura sigla eleja 10 governadores e tenha a maior bancada do Congresso.

Ângelo Pontes | Agecom

Com a fusão entre as siglas DEM e PSL, ACM Neto já está de olho em 2022 e articula um nome para a ‘terceira via’ na disputa pela presidência da República.

Nesta última quinta-feira (30), o político afirmou que o novo partido, o União Brasil, será lançado para atuar “contra radicalismos e extremos”.

Ele também informou que a legenda pretende eleger 10 governadores e formar as maiores bancadas da Câmara e do Senado, mas que a prioridade será o Palácio do Planalto.

“A grande maioria dos brasileiros não se identifica com o quadro de polarização. A maioria está mais preocupada com governo de resultados, com políticos que trabalham de verdade. Nesse contexto, o propósito principal do partido é ter candidato próprio à presidência da República”, declarou.

ACM Neto, que já se coloca como pré-candidato ao governo da Bahia contra o petista Jacques Wagner, garantiu que a fusão foi por “questão de sobrevivência”.

“Ano que vem, vamos enfrentar a primeira eleição de tantos anos sem coligação proporcional. Estamos nos antecipando a um movimento que é natural. O fim das coligações e a ampliação da cláusula de barreira vai acabar resultando na diminuição da quantidade de partidos. Defendemos o pluripartidarismo, mas um país com quase 40 partidos, pelo amor de Deus. Estamos saindo na frente e dando um grande passo para, de fato, construirmos o maior partido desse país”, disse.

Na próxima quarta-feira (6), DEM e PSL realizarão a primeira convenção nacional conjunta. A reunião deve definir as estruturas do futuro partido.

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FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

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