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Política

“Senadores que são casos de polícia viraram inquisidores de pessoas sérias”, diz Augusto Nunes sobre CPI

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Reprodução | Jovem Pan

O jornalista Augusto Nunes, da rádio Jovem Pan, afirmou nesta última terça-feira (1º) que o depoimento da médica Nise Yamaguchi foi ‘lamentável’ em razão da conduta dos senadores que participaram da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia.

Ele desafiou o presidente do colegiado, Omar Aziz (PSD-AM), e o relator da comissão, Renan Calheiros (MDB-AL), a concederem uma entrevista ao programa ‘Os Pingos nos Is’, no mesmo formato que os parlamentares adotam durante as audiências, ou seja, com várias interrupções.

“Estaremos no meio de uma conversa com Renan e [questionaria]: ‘pera aí, explica aquele rebanho de gado que você nunca teve e vendeu, explica direito aquele negócio da Mônica Veloso, por que a empreiteira pagou?’”, declarou.

E acrescentou: “‘Omar Aziz, e aquele dinheiro desviado, por que prenderam a sua mulher?’ E aí joga o jogo deles. Se eles querem essa conversa, a gente sabe jogar. Todo mundo aqui interrompendo.”

Na visão de Nunes, a CPI no Senado é conduzida por congressistas que são “casos de polícia brincando de detetive”.

“Eles [senadores] ficam valentes com mulheres. […] É uma arrogância que não acaba, é uma grosseria atrás da outra, a ponto de uma senadora da oposição [Leila Barros, do PSB-DF] pedir para que deixassem a pessoa falar”, avaliou.

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FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).