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Ao abrir julgamento de assassino, juiz faz manifesto contra posse de armas

Na manhã desta quinta-feira (31), antes de presidir mais um julgamento na 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Campo Grande – Mato Grosso do Sul, o juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida se manifestou contra o decreto que facilita a posse de armas, assinado no dia 15 pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Para o magistrado que atua há mais de dez anos em casos de homicídio, a flexibilização do armamento é um deflagrador de violência.

“Todos que lidam na área criminal têm essa mesma opinião. Principalmente para quem mexe com a vara de violência doméstica e crimes como feminicídio. Essas armas estatisticamente não serão usadas contra bandidos”.

De acordo com Garcete, a ideia da população é contrária a dele, pois há um clamor pelo armamento.

“As pessoas precisam lutar por segurança de qualidade.Tem gente que compra arma, faz curso de uma hora e depois não sabe nem segurar o revólver. Só no ano passado passaram pela 1ª vara do Tribunal do Júri 137 réus por delitos relacionados a arma de fogo e arma branca”.

Adaptado. Com informações de Campo Grande News.

 

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FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

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