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Furar teto de gastos para fazer política e ganhar eleição é irresponsabilidade, diz Paulo Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, participa do seminário A Nova Economia Liberal, na Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.

O teto de gastos, que controla as despesas federais à inflação, só poderia ser flexibilizado no caso de uma segunda onda da pandemia de covid-19 no Brasil, defendeu o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Ele, no entanto, criticou as tentativas de criar gastos permanentes que resultem na violação do limite a fim de “fazer política” e “ganhar eleição”, o que na visão dele é um ato “irresponsável”.

“Uma coisa é você furar o teto porque você está salvando vidas em ano de pandemia, e isso ninguém pode ter dúvidas. Se a pandemia recrudescer e voltar em uma segunda onda, aí sim nós decisivamente vamos fazer algo a respeito. E aí sim, é o caso de você furar o teto”, declarou.

“Agora, você furar teto para fazer política, para ganhar eleição, para garantir, isso é irresponsável com as futuras gerações. Isso é mergulhar o Brasil no passado triste de inflação alta”, completou.

Paulo Guedes não respondeu se conversou ou resolveu os atritos com Rogério Marinho, mas disse que a relação deles está tranquila.

“Tranquilo. Problema zero. Eu tenho a vantagem de ter essa transparência e espontaneidade e isso explica a minha confiança no presidente e a confiança do presidente em mim”, disse.

As declarações de Guedes foram dadas em coletiva de imprensa na portaria do Ministério da Economia após reunião virtual com representantes do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Leia também:  ‘Não acredito, mas se falou mal de mim é porque é despreparado, desleal e fura-teto’, diz Guedes sobre Marinho

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FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

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