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Índia anuncia 10% do PIB em investimentos para tirar indústrias da China

A mensagem surge ao mesmo tempo em que países ao redor do mundo tentam reduzir sua dependência do país chinês.

A mensagem surge ao mesmo tempo em que países ao redor do mundo tentam reduzir sua dependência do país chinês.

O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, anunciou na última terça-feira (12) um pacote de estímulo de US $ 265 bilhões — cerca de 10% do PIB — para atrair investimentos externos que ajudem a economia indiana a se recuperar da crise e fazer do atual contexto geopolítico uma oportunidade para o país depender menos da China e se tornar um novo hub de produção global.

Modi descreveu o programa como parte de um esforço maior para que o país seja “autossuficiente”.

“A crise nos ensinou a importância da manufatura local, do mercado local e das cadeias de suprimentos locais. Todas as nossas demandas durante a crise foram atendidas localmente”, afirmou.

A mensagem de Modi surge ao mesmo tempo em que países ao redor do mundo tentam reduzir sua dependência da China depois que as cadeias de suprimentos globais foram interrompidas com o fechamento da economia chinesa no início deste ano.

Há duas semanas, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que o país estava conversando com ‘amigos’ como a Índia para “reestruturar as cadeias globais de suprimentos para impedir que algo assim volte a acontecer”.

Geeta Kochhar, professora assistente de estudos chineses na Universidade Jawaharlal Nehru de Nova Délhi, disse que a crise atual é uma oportunidade para a Índia.

“Mas, para sustentar a Índia, será preciso apoiar suas palavras com ação – ele deve criar o ambiente certo para o investimento, como a China fez quando começou a industrializar”, disse a professora para o jornal South China Morning Post.

Nova Délhi já está tentando reduzir as importações da China, com quem tem um déficit comercial de US $ 87 bilhões.

No mês passado, o governo anunciou medidas para incentivar a fabricação de produtos eletrônicos – há muito considerados um ponto forte das empresas chinesas — e chegou a falar em nomear equipes especiais para aprovar rapidamente empresas que desejam sair da China.

Com informações do SCMP e da Bloomberg

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Católico, Conservador, Correspondente Internacional, Observador Político e criador do 'Direto da América'. Atualmente vive no estado da Pensilvânia, Estados Unidos.

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