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Manifestantes preparam atos neste domingo contra obrigatoriedade da vacina da covid-19

Em um movimento iniciado pelo Twitter, manifestantes se unem na tarde deste domingo (1º), na Avenida Paulista, em São Paulo, para protestar contra a obrigatoriedade da vacina do novo coronavírus.

Marcada para às 14h, a concentração ocorrerá em frente ao Museu de Arte de São Paulo (MASP).

Além de faixas e cartazes, os participantes devem levar às ruas coleta de assinaturas.

No Twitter, a hashtag #Dia01NovEuVou  ficou entre os assuntos mais comentados da rede social.

O grupo protestará também contra medidas do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que defende a obrigatoriedade do imunizante fabricado pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac Biotech.

Organizadores

Neste sábado (31), o deputado estadual Douglas Garcia (PTB-SP) comentou sobre o assunto e convocou os internautas para marcar presença no ato.

“É amanhã! Vamos às ruas em defesa da nossa liberdade! Vamos mostrar a João Dória a nossa força”, escreveu o parlamentar, que é um dos organizadores do evento.

Em outra publicação, Douglas chega a dizer que o ato deste domingo é um “start para uma série de ações contra a hegemonia tucana no Estado de São Paulo”.

“Vamos às ações de rua, no parlamento, nas instituições jurídicas, nas urnas!”, acrescentou.

A obrigatoriedade da vacina

Conforme noticiou o Conexão Política no dia 16 de outubro, João Doria informou que a vacina contra a covid-19 será obrigatória no estado de São Paulo, além de prometer ‘medidas legais’ contra quem recusar a aplicação da substância.

O tucano já vinha sinalizando nas últimas semanas que achava correta a obrigatoriedade do imunizante.

No entanto, a medida ainda não havia sido anunciada pelo Executivo estadual.

Segundo Doria, somente as pessoas que apresentarem atestado médico serão liberadas de receber a vacina.

“Eu já garanti que aqui [em SP], os 45 milhões de brasileiros serão vacinados. A vacinação será obrigatória, exceto se o habitante ou cidadão tiver orientação médica e atestado que não pode tomar. E adotaremos medidas legais se houver contrariedade nesse sentido. […] Não faz sentido vacinar alguns e não vacinar outros […] Enquanto tivermos pessoas não vacinadas em larga escala, continuaremos tendo a presença do vírus, contaminação e mortes”, declarou.

Comentários

FALE COMIGO: raul@conexaopolitica.com.br — diretor de redação do Conexão Política e natural de Recife (PE).

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