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NHI reverte restrições da era Trump à pesquisas com tecido fetal, diz revista científica

Em 2019, seguindo a linha antiabortiva, o governo Trump anunciou mudanças que limitavam estudos de tecido fetal.

Os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NHI) estão revertendo restrições à pesquisa com tecido fetal humano estabelecidas pela gestão do ex-presidente Donald Trump, permitindo que cientistas do governo retomem estudos usando tecido humano e anulando uma revisão ética extra de propostas de financiamento submetidas por pesquisadores acadêmicos.

As autoridades federais de Saúde anunciaram as mudanças nesta última sexta-feira (16).

Os pesquisadores usam tecido fetal, obtido de abortos eletivos, para estudar uma série de condições, desde doenças infecciosas até o desenvolvimento humano, segundo a revista Nature.

Em 2019, o governo Trump anunciou uma série de mudanças que restringiam os estudos de tecido fetal obtido de abortos eletivos.

As regras orientavam os cientistas do governo a interromper esses projetos assim que seus suprimentos de tecido acabassem. Além disso, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS), que inclui o NIH, anunciou que nomearia um conselho de revisão ética para examinar projetos que exigiam tecido fetal e foram propostos por cientistas acadêmicos em busca de financiamento do NIH.

No ano fiscal de 2019, 196 projetos de pesquisa financiados pelo NIH envolveram tecido fetal obtido de abortos eletivos, em um total de US $ 109 milhões do orçamento de US $ 39,3 bilhões da agência.

Com informações, revista Nature.

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