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“Nosso governo trabalha para proteger a vida de nossas crianças antes mesmo de elas nascerem”, diz Ministra Damares


A Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, se pronunciou nas redes sociais após a Argentina aprovar, nesta quarta-feira (30), uma projeto de lei que legaliza a prática de aborto no país.

“Agradeço a Deus por nosso país ser majoritariamente pró-vida. Nosso governo trabalha para proteger a vida de nossas crianças antes mesmo de elas nascerem. Essa é a vontade do povo. Essa é nossa missão: educar para o planejamento familiar e lutar pelo fim da violência sexual”, escreveu Damares.

O aborto na Argentina era permitido apenas nos casos de estupro e risco de morte para a gestante. Com a mudança e aprovação do PL, as mulheres terão cobertura legal para abortar até a 14ª semana de gestação. Após esse período, o aborto será permitido apenas em casos de risco de vida para a gestante ou quando a concepção for fruto de um estupro.

Para a ministra, a proteção do direito à vida de uma criança não-nascida é prioridade de sua pasta, assim como a proteção da vida da mulher, do idoso, da família e de grupos minoritários que sofrem algum tipo de violação de seus direitos fundamentais.

Segundo Damares, no Governo Bolsonaro, ninguém fica para trás: “no Governo Bolsonaro nós trabalhamos para garantir os Direitos Humanos para todos, é todo mundo cuidando de todo mundo”; inclusive os bebês não-nascidos.

Em entrevista ao jornalista Luis Lacombe do programa ‘Opinião no Ar’ da Rede TV! no mês de novembro, a Ministra Damares Alves, questionada sobre o projeto de lei na Argentina que pretende legalizar o aborto, disse que o Governo Bolsonaro apresentaria em breve o maior programa de planejamento familiar e que não incluirá o aborto, pois ‘aborto não é planejamento familiar, mas assassinato e violência contra o corpo da mulher’.

“Eu fiquei indignada, em pleno 2020, as pessoas ainda falarem de legalizar o aborto. Algo tão primitivo e tão animalesco”, disse a ministra.

A Ministra Damares Alves defende que os países deveriam estar lutando como o Brasil está, ‘por mais planejamento familiar’.

“O aborto não é prazeroso pra nenhuma mulher, inclusive a mulher que está aí levantando cartaz: ‘Vamos legalizar o aborto!’. Quando ela passa pelo aborto, ela sabe que não é prazeroso”, afirmou Damares. O aborto não pode ser usado como método anticonceptivo. O aborto não é planejamento familiar. O aborto é agressão ao corpo da mulher e é assassinato.”

“É assassinato e eu também não tenho vergonha de falar. Não tenho medo de falar. É assassinato!”, enfatizou a ministra.

Damares explica que tanto o Brasil quanto a Argentina deveriam lutar por mais políticas públicas, investimento e políticas públicas de planejamento familiar.

“Será que é mais barato o aborto? É mais fácil fazer o aborto do que fazer políticas públicas de verdade? De planejamento familiar?”, questionou Damares.

Segundo a ministra, o Presidente Bolsonaro tem cobrado de sua pasta e do Ministério da Saúde um programa de planejamento familiar efetivo que proteja a vida do bebê e da mulher.

“O Presidente Bolsonaro tem cobrado de nosso ministério e do Ministério da Saúde um programa de planejamento familiar – e os nossos ministérios estão se falando – para a gente apresentar imediatamente ao Brasil o maior programa de planejamento familiar”, disse Damares.

“Aborto não pode ser considerado como opção. Porque é violência contra o corpo da mulher. Se eu amo mulher, se eu luto pelas mulheres, como é que eu vou lutar pra liberar o aborto no Brasil? Se o aborto é violência contra a mulher? Contra o corpo da mulher?”, acrescentou.

Assista à entrevista completa da Ministra Damares ao jornalista Luis Lacombe no programa ‘Opinião no Ar’ da Rede TV!.

 

 

Comentários

Cristã e Correspondente Internacional na Europa.

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