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Raul Araújo deixa TSE e pede cautela em decisões que possam ser consideradas excessivas

Judiciário deve ser comedido mesmo quando atacado, afirma magistrado.

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizou, nesta quinta-feira (5), uma cerimônia especial em homenagem ao ministro Raul Araújo, em sua despedida da Corte após quatro anos de atuação.

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A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, mencionou a importância de seu trabalho, citando o respeito e a admiração conquistados ao longo desse período. “Nosso enorme apreço por tudo que Vossa Excelência fez e continuará representando para a Justiça Eleitoral brasileira”, declarou Cármen Lúcia durante a sessão.

Raul Araújo, que também é ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), começou sua trajetória no TSE como integrante substituto em 2020 e, em setembro de 2022, assumiu o posto de membro efetivo da Corte. Em novembro de 2023, tornou-se corregedor-geral da Justiça Eleitoral, cargo que exerceu até agora.

“O sentimento é de saudade, mas também de missão cumprida”, afirmou o ministro, que sublinhou a importância de uma atuação cautelosa por parte da Justiça Eleitoral, sempre respeitando o direito de acesso à informação e evitando extrapolar suas funções

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“Mesmo quando injustamente atacada, a Corte não deve ceder a tentativas de desvirtuar suas responsabilidades. Nosso papel é fortalecer a democracia”, completou.

A partir de agora, a função de corregedora-geral da Justiça Eleitoral será exercida pela ministra Isabel Gallotti, que assumirá o cargo nesta sexta-feira (6).

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