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Coluna

ARTIGO | Esperança e glória

Costumeiramente nos deparamos com pessoas que não conseguem compreender a magnitude da fé de alguns indivíduos e, de modo apressado, talvez até mesmo equivocado, costumam dizer que é esta fé que os mantêm e que lhes dá forças diante das adversidades da vida. Pois bem, de modo muito breve, buscarei apresentar-lhes o que penso a respeito e o significado deste pensar.

Quando em face de qualquer desafio superior às nossas forças de consecução imediatas, por intermédio da fé, recorremos Àqueles que possam nos acalmar o coração aflito, conceder a sabedoria para compreender e decidir acerca da situação, bem como renovar as energias para o enfrentamento. É este mecanismo de aproximação com o divino que nos retribui com a esperança, com o otimismo de que novos e melhores dias estão por vir, devem surgir, estão a caminho, pois não há mal ou dificuldade que perdure para sempre.

Ter esta certeza diferencia o olhar do cristão acerca de sua própria existência, de sua inserção no mundo e da concreta possibilidade de torná-lo melhor para si e os seus semelhantes.

E quando o resultado desejado é alcançado, a alegria um tanto incontida preenche o ser, assim como aqueles mais próximos dele e de todos quantos se alegrem por esta conquista. Dá-se a glória! A glória como a vitória sobre a adversidade e o reconhecimento da intercessão que nos conduziu àquela conquista.

E se, ou quando, o tão desejado não for alcançado? – perguntarão os incrédulos.

Ora, lá também estará a glória, como vitória sobre a ti mesmo, por teres encontrado forças para seguir adiante, ainda no momento em que foi travado o primeiro embate interior. Por não teres desistido, por assumires poder ser possível, para o que dedicastes o melhor de ti, apesar das diminutas probabilidades de êxito. E justamente por isso, é preciso agradecer.

Em resumo: é a fé que nos oferta em retribuição a esperança, a esperança que nos leva a encontrar forças e, assim, sermos conduzidos à vitória sobre nós mesmos ou sobre aquilo que nos confrontava.

Ora, então, sendo assim, nós mesmos não seríamos capazes de nos autodeterminarmos para tanto? – nos questionarão, mais uma vez, os incrédulos!

E eu lhes responderei que nada compreenderam. O segredo, o milagre, como queiram chamar, reside na retribuição…

Então, em complemento, lhes ofereço uma última reflexão: – Seria possível o indivíduo retribuir a si mesmo?

Comentários

Engenheiro por formação, professor universitário por vocação e escritor por paixão, Nunes é autor de livros técnicos e infantis. Premiado como contista pela Academia Pernambucana de Letras.

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