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“Pandemia não pode ser pretexto para controle social totalitário”, diz Araújo

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, disse na sexta-feira (4) que a pandemia não pode ser pretexto para o controle social totalitário, referindo-se à sua participação em uma conferência da Organização das Nações Unidas (ONU), na quinta-feira (3), sobre a pandemia do vírus chinês.

O chanceler citou no Twitter: “A pandemia não pode ser pretexto p/ controle social totalitário violando inclusive os princípios das Nações Unidas. As liberdades fundamentais não podem ser vítima da Covid. Liberdade não é ideologia. Nada de Great Reset”.

Em sua participação durante a conferência da ONU, ele defendeu a liberdade individual, advertindo aqueles que se aproveitam da crise para impor um controle totalitário, violando os direitos fundamentais do cidadão.

“Aqueles que não gostam da liberdade sempre tentam se beneficiar dos momentos de crise para pregar o cerceamento da liberdade. Não caiamos nessa armadilha. O controle social totalitário não é o remédio para nenhuma crise. Não façamos da democracia e da liberdade mais uma vítima da covid-19”, afirmou o ministro.

“A covid-19 não pode servir como pretexto para avançar agendas que extrapolam a estrutura constitucional das Nações Unidas. O Brasil reafirma a responsabilidade primária dos governos de adotar e implementar respostas à covid-19 específicas aos contextos nacionais. Não existe uma solução única para todos. Não devemos transferir nenhuma responsabilidade do nível nacional para o internacional”, acrescentou o chanceler.

Assista à fala completa de Ernesto Araújo na conferência da ONU:

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