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Judiciário

Condenado a quase 400 anos de prisão, Sérgio Cabral se diz perseguido pela Lava Jato

Com extensa ficha criminal, ex-governador do Rio de Janeiro está preso desde 2016.

Bruno Pereti | Flickr

O ex-governador fluminense Sérgio Cabral afirmou, nesta sexta-feira (6), que a Operação Lava Jato fez dele “um Cristo”.

O político, condenado a 392 anos de prisão, criticou o fato de ainda permanecer em regime fechado, enquanto outros condenados cumprem pena domiciliar.

“Hoje sou o único preso da Lava Jato em cadeia. Mais de 250 prisões foram feitas no Paraná, Rio de Janeiro e Curitiba. Todos estão respondendo em liberdade ou com cautelares diversas da prisão”, declarou.

“Essa Lava Jato do Rio achou em mim um Cristo. O juiz [Marcelo Bretas] achou em mim uma possibilidade de promoção pessoal. Um desconhecido se tornou a pessoa que prendeu Sérgio Cabral”, acrescentou.

Preso desde 2016, Cabral tem em sua ficha diversas condenações pelos crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e organização criminosa.

Existem quatro mandados de prisão preventiva contra ele. A defesa tenta anular as decisões no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2).

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