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Relatório da PEC do Voto Impresso é lido na CCJ

Por Raul Holderf Nascimento
29/06/21 | 07:49
BRASÍLIA, DF, BRASIL,  12-09-2014, 10h30: O Tribunal Regional Eleitoral do DF começa a lacrar e carregar as urnas que serão enviadas para votação no exterior. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

BRASÍLIA, DF, BRASIL, 12-09-2014, 10h30: O Tribunal Regional Eleitoral do DF começa a lacrar e carregar as urnas que serão enviadas para votação no exterior. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O deputado Filipe Barros (PSL-PR) apresentou nesta última segunda-feira (28) o relatório para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 135/19, que recomenda a adoção de uma urna eletrônica que permita a impressão do registro do voto, que depois será depositado em uma urna indevassável, sem contato manual do eleitor.

A votação da proposta na comissão, no entanto, foi adiada.

Durante leitura do relatório, Barros alegou que há “falsa sensação de segurança generalizada”, promovido pelo que ele chamou de “suspensão de descrença” pelo qual a urna eletrônica funcionaria desde seu desenvolvimento.

Para defender a PEC, ele disse que não existem provas de que não houve fraude na urna eletrônica até hoje.

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“Se é verdade que nunca houve provas contundentes de fraude, também não há provas contundentes de que não houve fraude”, justificou.

Além de acrescentar dois parágrafos à Constituição para tornar obrigatória a impressão do registro do voto conferível pelo eleitor, Filipe Barros apresentou dispositivos para que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) emita normas infralegais para garantir o sigilo do voto e cria regras transitórias para detalhar o sistema de votação e apuração por registro impresso de voto.

Tags: DestaqueEleições 2020urnaUrna eletrônicaUrnas eletrônicasvoto impresso

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