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Política

Prefeitura de SP recua e diz que ‘passaporte da vacina’ será opcional em restaurantes

Anteriormente, prefeito da cidade afirmou que estabelecimentos só poderiam receber pessoas imunizadas.

Ilustração: Conexão Política ©

Sinal de recuo. Após o anúncio feito na segunda-feira (23) pelo prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), confirmando a obrigatoriedade de apresentação de um ‘passaporte da vacina’ contra a Covid-19 para acessar estabelecimentos, o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, fez um novo comunicado.

Agora, segundo Aparecido, o comprovante será opcional em bares, restaurantes e shoppings. Contudo, ele frisou que restaurantes com eventos e teatros de shoppings, por exemplo, vão adotar o protocolo que exige o comprovante.

O documento solicitado deve ser emitido por um aplicativo com QR Code. Vale frisar, no entanto, que entidades que representam o setor criticaram a medida logo após a declaração do prefeito (confira abaixo).

“A ANR entende que qualquer decisão que venha a impactar o setor deve ser precedida de diálogo com as autoridades. Bares e restaurantes enfrentaram e ainda enfrentam a pior crise de sua história em decorrência da pandemia. E em um momento de recuperação, vemos com muita preocupação exigir de consumidores atestados de vacina”, assegurou a Associação Nacional de Restaurantes (ANR).

AO REDOR DO MUNDO

A proposta de ‘passaporte sanitário’ não é uma exclusividade do Brasil, pelo contrário, diversas localidades em todo o planeta estão estudando implementar a medida, que muitos classificam como “ditadura sanitária”.

O Conexão Política tem noticiado os protestos que ocorrem na França. Por lá, centenas de milhares de cidadãos estão indo às ruas há várias semanas para protestar contra as ações do governo de Emmanuel Macron, que impôs a obrigatoriedade do passaporte de vacinação no país.

Para entrar em bares e restaurantes, viajar, visitar familiares ou acompanhar alguém ao hospital será preciso apresentar uma prova de imunização completa, teste negativo recente ou certificado de recuperação da doença.

A regra está em vigor desde o final de julho para adentrar em museus, cinemas e teatros. Na semana passada, o certificado também passou a ser necessário para ir ao shopping, no caso de estabelecimentos com mais de 20 mil metros quadrados em regiões onde a taxa de incidência da peste chinesa é de mais de 200 casos a cada 100 mil habitantes.

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FALE COMIGO: raul@conexaopolitica.com.br — diretor de redação do Conexão Política e natural de Recife (PE).

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