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Judiciário

TCU cancela serviço exclusivo de pilates que custaria R$ 216 mil

Programa teria como foco a ‘prevenção, resgate e manutenção da saúde de autoridades e servidores’ da Corte.

Italo Vitiello | ARCHtour Brasília | Flickr

O Conexão Política noticiou no domingo (9) que o Tribunal de Contas da União (TCU) iria “torrar” cerca de R$ 216 mil com serviços de fisioterapia e pilates em Brasília (DF).

O valor seria desembolsado para “assistência fisioterapêutica, individual ou coletiva, com vistas à reabilitação e prevenção das capacidades físicas”, além de ser referente à execução de um “programa de ginástica laboral”.

Em nota encaminhada à nossa equipe, a Corte afirmou que “a licitação foi cancelada em razão de falhas no edital”.

Ainda de acordo com o TCU, “o valor informado na matéria seria anual” e arcaria com a contratação de dois profissionais e equipamentos de fisioterapia.

O cancelamento da licitação vem logo após a medida ser duramente criticada, principalmente pelo fato de o país sofrer com dificuldades para garantir alimentação básica a milhares de famílias num momento de crise sanitária provocada pela covid-19.

Para fazer aula de pilates e ter acesso ao serviço de fisioterapia, os funcionários do TCU teriam o conforto de marcar horário pelo ramal interno do órgão. Já o contribuinte, que banca os salários de ministros e servidores, precisam pagar por esse recurso.

Comentários

FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

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