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No Planalto, Cármen Lúcia pede para não ser chamada de ‘presidenta’

Imagem: Ueslei Marcelino/Reuters

A presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia, assumiu nesta sexta-feira a Presidência da República no lugar de Michel Temer, que viajou ao Peru para a 8ª edição da Cúpula das Américas. Segunda mulher a ocupar a Presidência, Cármen Lúcia deve ficar no cargo até a tarde deste sábado, quando está previsto o retorno de Temer ao Brasil.

A presidente em exercício chegou ao Planalto pouco depois das 15h. Segundo auxiliares, ela não usou a cadeira presidencial e para as audiências e avisou que não gostaria de ser chamada de “presidenta” como Dilma gostava.

Em agosto de 2016, quando assumiu a presidência do Supremo, Cármen Lúcia já havia ressaltado sua preferência pelo termo “presidente”.

Eu fui estudante e sou amante da língua portuguesa e acho que o cargo é de presidente, não é?”, disse Cármen Lúcia durante sessão na Corte.

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FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br — editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).

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